X2 Inteligência Digital

Dia Internacional da Mulher: A imagem feminina na inteligência artificial

Já pensou o quão importante é a imagem da mulher na vida social? Indo além do ambiente familiar, muitas vezes vista como um alicerce, assumindo diversas funções com persistência para que seu papel no meio corporativo seja conquistado e valorizado.

Iremos enaltecê-las não apenas em homenagem ao dia internacional da mulher que se comemora em 8 de março, mas como luta pela igualdade de gêneros na sociedade, principalmente no ambiente profissional e na tecnologia.

E como falar dessa data sem relacionar ao empoderamento feminino? Meramente impossível, pois foi o maior passo que as mulheres tomaram na sociedade reivindicando não apenas poder, mas ter participação social, garantindo também que os direitos entre homens e mulheres fossem iguais.

Com a manifestação por um direito de liderança, saúde, segurança, fim da violência, educação, independência e principalmente a igualdade nas empresas, para que as oportunidades de empregos e cargos fossem a mesma que dos homens, essa luta ainda se dá mesmo após 109 anos do manifesto.

Então, continue lendo esse post, pois vamos falar da mulher na computação, sua representatividade na inteligência artificial e sua atuação na IA. Aproveita e compartilha!

Mulheres na computação

Ada Lovelace

Já que a mulher está em todo meio, por que não na computação? E, desde 1843 com a maravilhosa Augusta Ada King, condessa de Lovelace, matemática britânica. Foi a primeira programadora da história, Ada descreveu os códigos e como eles poderiam ser usados e manipulados em símbolos, letras e números, criando algoritmos para que cálculos fossem desenvolvidos.

Jean E. Sammet

A americana Jean E. Sammet, cientista da computação, desenvolveu em 1962 a linguagem FORMAC (Formula Manipulation Compiler), primeira linguagem da computação. Atuou por 27 anos na IBM onde desenvolveu o Formac e esteve envolvida na criação do Cobol.

Grace Murray Hopper

E como estamos falando só das feras, como não citar Grace Hopper? Grande analista de sistemas, trabalhou na Marinha dos Estados Unidos em 1940. Hopper criou a linguagem de programação Flow-Matic, na qual serviu como base para o desenvolvimento do famoso COBOL (Common Business Oriented Language), linguagem de banco de dados comerciais.

Karen Sparck Jones

Além de Karen realizar causas para inclusão da mulher na tecnologia, a Britânica e cientista da computação desenvolveu um processamento de linguagem natural e a recuperação de pesquisa nos anos 50. Além disso, criou o conceito “frequência inversa de documentos”, um mecanismo que cuida de sistemas de busca e localização de conteúdo.

Carol Shaw

Carol foi uma das primeiras mulheres a representar a imagem feminina na indústria de games e a desenvolver jogos eletrônicos. Formada em ciência da computação, se tornou programadora em 1978 trabalhando pela Activision, onde desenvolveu e fez parte do River Raid, um game que fez muito sucesso em sua carreira.

Essas são algumas das grandes mulheres que, mesmo com a desigualdade no mercado, lutaram e conquistaram seu espaço, desenvolvendo e deixando sua marca registrada.

O poder feminino na Inteligência artificial

Como assim ela está presente até nos robôs? Sim, conhecidas como assistentes pessoais, elas estão nos dispositivos móveis e notebooks, muitas programadas apenas para que reconheça por comando de voz, sendo vozes sintéticas representadas por mulheres.

Acredita-se que um desses motivos foi a familiaridade da presença feminina nesse meio, de modo que a voz e o jeito de pensar fosse inteligente sendo capaz de superar um raciocínio humano, trazendo mais particularidade com o relacionamento diário e sendo implantado cada vez mais na inteligência artificial.

Criadas por dados e algoritmos que são abastecidos por informações para que possa atuar de forma inteligente, superando o funcionamento do cérebro humano, as meninas como: Alexa (Amazon), BIA (Bradesco), Isabela (conhecido como Watson pela IBM se deu esse nome devido a tradução), Carol (Totvs) e Siri (Apple), são umas das representantes virtuais femininas.

E entre essas mulheres inteligentes, temos a Ana, atendente virtual de São Caetano do Sul, desenvolvida pela X2 Inteligência Digital. Ana oferece suporte pela IA dando atendimento para serviços da Prefeitura de São Caetano, por Chatbot em tempo real, disponível 24hs por dia.

Ana realiza suporte como emissões de certidão negativa, certidão de valor venal, extrato de débitos, guia de pagamento, segunda via de carnê, atualização de parcela vencida, simulação de parcelamento de dívidas, entre outros serviços.

Por ser uma inteligência artificial, Ana aprende diariamente e armazena todas informações para que possa aperfeiçoar, passando por avaliações diária. A X2 Inteligência Digital vem trabalhando para que a Ana ofereça atendimento em todos os serviços da prefeitura de São Caetano do Sul.

Presença da mulher no mercado da IA

Os dados do Linkedin correspondente a União Europeia indicam que a presença feminina no mercado de Inteligência artificial é de 16%, uma proporção muito baixa em comparação aos especialistas que atuam na IA.

Ainda que essa porcentagem representa uma pequena parte das mulheres nesse campo da tecnologia, essa proporção está disposta a aumentar conforme a evolução da inteligência artificial no mundo e por uma educação digital mais presente em programas educacionais, com estratégias para o aumento da mulher na IA, havendo uma igualdade de gênero em todas as áreas e principalmente na tecnologia.

Que presentes e reconhecimentos desta data sejam todos os dias, e que o gênero não seja um fator de poder no mundo corporativo. Feliz dia de luta e conquista das mulheres, 8 de março.

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