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Infelizmente os crimes ambientais estão cada vez mais frequentes no mundo, e neste ano vimos muitos casos aumentar, principalmente no Brasil, como o rompimento de barragens, desmatamento, queimadas e recentemente óleo nas praias do nordeste, situações que já estavam acontecendo e neste ano ocorreu em uma proporção bem maior.

Por conta desses inúmeros acontecimentos, muitas instituições começaram a se manifestar em prol da proteção ao meio ambiente, afinal o meio ambiente é o coração do planeta e infelizmente cada dia que passa aquecimento global, extinção de especiais, poluição, entre outros está ficando mais corriqueiro.

Mas você deve estar pensando o que isso tem a ver com a Inteligência Artificial? Eu te respondo, TUDO! É isso mesmo, em alguns países a I.A está sendo utilizada em prol da natureza.

O Robert Downey Jr, o Homem de Ferro dos cinemas, se inspirou no seu personagem para fazer o projeto chamado The Footprint Coalition, que utilizará inteligência artificial e outras tecnologias para combater os danos ao meio ambiente, o projeto será lançado oficialmente em 2020.

Em 2013, na reserva da África e da Ásia foi iniciado o projeto PAWS, Protection Assistant for Wildlife Security, que ajuda a combater a caça de animais silvestres. Utilizando a I.A o teste piloto que ocorreu em 2016, através de satélites com a I.A foi identificado onde foi então encontrado um elefante com as presas removidas, além de outras 10 armadilhas para antílopes foram encontradas antes que capturassem algum animal. Com o sucesso do projeto a Microsoft entrará com apoio em 2020 e a PAWS estará em 10 novos lugares.

Na Austrália a I.A está sendo utilizada para preservar as praias que estão sumido por conta das ondas que vem puxando a área. O projeto analisa pradarias marinhas, que são plantas aquáticas que ajudam na fixação da areia, o trabalho que demorava 8 horas para ser analisado hoje está demorando apenas 20 minutos.

Cerca de 60% dos primatas do planeta estão ameaçados de extinção, foi pensando em ajudar os animais que Universidade Estadual de Michigan, criaram o  PrimNet, um  programa que usa redes neurais e tecnologia de inteligência artificial para encontrar animais que estão em extinção. O app funciona da tal maneira, biólogos do mundo inteiro pode baixar o app e quando encontrar um animal em extinção tira uma foto e a I.A identifica o primata, e caso ele for capturado com sua foto é possível identificar de onde ele veio e, com os dados coletados, ajudar a focar melhor os esforços para impedir futuros crimes ambientais.

E por fim, o nosso país também está utilizando a Inteligência Artificial para ajudar a nossa Amazônia que vem sofrendo com as queimadas.

No mês de julho ocorreu o aumento de 11% de queimadas em relação ao mês anterior. Pensando nisso, foi desenvolvido o , uma solução inovadora capaz de detectar até os menores focos de incêndio a dezenas de quilômetros de distância, além de possíveis focos de fogo. O principal objetivo sanar os danos cada vez mais rápido.

Através dos equipamentos que ficam torres equipadas com câmeras e infravermelho são implantadas em conjunto a sensores que ficam na floresta, é possível detectar a quantidade de árvores impactadas por cada incêndio, saber qual é o risco de incêndio de cada região, além disso, uma vez identificado o possível foco de fogo, o sistema envia um alerta à unidade de atendimento mais próxima, informando o local, acesso mais rápido e pontos de coleta de água. Também são enviadas informações relacionadas à temperatura, velocidade do vento, direção na qual o fogo se espalhará, comunidades que poderiam ser afetadas e pontos para controlar melhor a situação.

A Inteligência Artificial vem provando que ela pode estar presente em todos os setores, ajudando todos os tipos de situações, basta usarmos ela corretamente com ideias geniais e inovadoras, assim só trará benefícios para o Mundo.

 

 


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Com certeza você já perguntou para uma criança qual profissão ela quer exercer quando se tornar adulta, e as resposta devem ter sido: professor, médico, veterinário, astronauta etc. Podemos dizer que 30% das crianças segue a profissão que escolheu na infância.

Ao passar dos anos, algumas profissões vão aparecendo e outras desaparecendo, por isso a grande maioria segue uma profissão totalmente diferente daquela que sempre sonhou quando estava na pré-escola.

Na década de 60 existiam profissões como: despertador humano, arrumador de pino de boliche, acendedor de poste, entre outras, eram profissões que naquela época as crianças sonhavam em exercer e hoje em dia tenho certeza que a grande maioria dos adultos nem sabiam que este tipo de profissão existia.

Hoje encontramos empregos que há dez anos ninguém tinha ouvido falar, que são: desenvolvedor de app, arquiteto de big date, social mídia entre outras. Você que tem filho ou pretende ter, já parou para pensar qual profissão ele(a) poderá exercer?

Constantemente as profissões estão mudando, novas profissões estão surgindo e outras desaparecendo, e o que mais influenciou nessa transformação de cenário foi o avanço da tecnologia, podendo dizer até a Inteligência Artificial.

Pesquisas apontam que 80% das grandes organizações deverão começar a investir iniciativas de Inteligência Artificial nos próximos anos. Inclusive, 60% delas já desenvolve conceitos. Hoje em dia, poucas pessoas são capacitadas para fazer a implementação, mas quando esse mercado crescer ainda mais, as grandes organizações sentirão falta de colaboradores com as competências necessárias para essa nova fase, porque no Brasil poucas instituições de ensino oferecem o curso de Inteligência Artificial para os seus alunos.

Por isso que estudos da ManpowerGroup, apontaram que 65% dos empregos de pessoas nascidas entre 1998 e 2010, ainda não existem, porém já sabem que o a maior taxa de crescimento será de ocupações que têm a tecnologia como base da Inteligência artificial.

E algumas dessas profissões do futuro os supostos nomes já estão sendo comentados no mundo da I.A, que são: auditor de Viés algorítmico, Analista de marketing entre marcas, Gerente de persuasão, entre outras.

Auditor de Viés algorítmico: irá monitorar casa elemento de inteligência artificial utilizado em bots.

Analista de marketing entre marcas: a pessoa terá a responsabilidade dinamizar as relações entre empresas e grandes marcas

Gerente de persuasão:será um profissional que ajudará a I.A a vender. Além dessas três futuras profissões, já se foi falando algumas outras.

Com isso podemos observar como a Inteligência Artificial está impactando no mercado, a revolução digital já chegou, cabe a nós se adequar a essas mudanças que o mercado de trabalho está oferecendo.

 


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O ano de 2019 nem acabou e já podemos alertar que a inteligência artificial virá com tudo neste novo ano que está chegando. O Mundo está passando pela maior transformação tecnológicas de todos os tempos, do qual impacta as tarefas mais simples do dia a dia de uma dona de casa, até rotinas complexas de grandes plataformas e empresas globais.

É dentro das empresas onde podemos observar a maior transformação que a I.A. pode fazer, principalmente para área de BackOffice. Os heads e líderes deste setor sabem que a maior parte do tempo gasto da carga horária de um profissional é voltada para tarefas repetitivas feitas manualmente, muitas vezes deixando de lado outras tarefas que poderiam ser feitas com mais excelência.

Com a I.A a área de BackOffice o resultado é favorável, aumentando a produtividade, facilitando processo e deixando os funcionários ficarem mais focados em atividades que necessitam de mais atenção, criatividade e sensibilidade humana.

Nós da X2 Inteligência Digital podemos auxiliar o BackOffice por meio dos setores jurídico, financeiro, contábil, RH, saúde, TI e educação. Dando suporte em I.A para gestão, leitura e entendimento de dados estruturados e NÃO estruturados em larga escala.

Quer entender um pouco mais de como a Inteligência Artificial pode agregar valor real dentro da sua organização? Entre em contato com a X2, temos uma implementação rápida e evolutiva em poucos meses, com soluções simples e inteligentes customizáveis para cada caso.


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Hoje em dia a Inteligência Artificial está presente em todas as áreas e não seria diferente na área jurídica, para quem acreditava que a I.A nunca iria chegar neste ramo, agora pode acreditar porque ela chegou. E o melhor chegou para ficar e ajudar na vida de todos.

A inteligência artificial com sua automação vai acelerar alguns processos e até mesmo tarefas do cotidiano do advogado, situação que hoje em dia os programas/softwares que estão no mercado ainda não estão aptos a fazer.

Porém, é preciso entender que a inteligência artificial não vai apenas colocar sistemas nos processos e ajudar o advogado com o seu dia a dia, ela vai muito mais além, ela vai informar como podemos resolver tal situação de um modo mais assertivo, além de sugerir novas ideias e formas de atuações, e com a evolução da Inteligência Artificial outras maneiras de se introduzir no ramo.

Nós da X2 Inteligência Digital desenvolvemos a plataforma de inteligência artificial NEEMA que proporciona uma experiência prática na revolução digital da sua organização de forma simples e objetiva. O que trazemos ao mercado é a IA aplicada na prática ao seu negócio, com reflexo direto no custo operacional, eficiência e rentabilidade.

Nos EUA já existem escritórios de advocacia que implantaram a Inteligência Artificial com o objetivo de ajudar o advogado a economizar tempo na hora de ler uma lei ou de ficar vendo se ação obteve alguma alteração. Por exemplo: A Inteligência Artificial irá ler todo o texto da lei rapidamente e retornará fazendo a leitura de tópicos importantes da legislação, outro caso é monitorar leis e processos e caso haver alguma decisão ou alteração acionará um alerta avisando o advogado.

Testes foram feitos e a inteligência artificial de um escritório de advocacia leu cerca de 5 contratos de confidencialidade em apenas 26 segundos. Em comparação, advogados qualificados levaram 92 minutos, em média, para concluir a tarefa. Ou seja, é uma ferramenta que realmente veio para simplificar, economizar tempo e ajudar os advogados e clientes.

Lendo assim, muitas pessoas podem até achar que a Inteligência Artificial está tomando o lugar do humano, porém é apenas uma questão de adaptação, pois o relacionamento com o cliente e atuação nos tribunais nunca serão realizados por máquinas.

Ficou com vontade de conhecer um pouco mais sobre como a Inteligência Artificial pode agregar no setor jurídico da sua empresa? Entre em contato com a X2, pois temos  soluções simples, inteligentes, de implementação rápida, abrangente e evolutiva em sua organização, trazendo para redução de custos, praticidade e a objetividade necessária com investimentos que cabem no seu budget.


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A capacidade de cada indivíduo de manipular informações e responder de determinada maneira a elas parece algo natural, certo? No entanto, você sabia que existe um termo para esse fenômeno? Já conhece o que é inteligência cognitiva? É sobre isso que falaremos hoje.

Inteligência cognitiva

As informações manipuladas pelos seres humanos podem existir através de ideias ou valores. É por causa da inteligência cognitiva que conseguimos discernir as relações entre os dados concretos e abstratos da nossa mente, por exemplo.

Basicamente, é graças a ela que somos capazes de aprender novos conteúdos a partir de atividades cerebrais que já elaboramos antes. Quando fazemos coisas novas — como aprender um idioma, preparar uma nova refeição ou andar por um novo local — estamos desenvolvendo nossa inteligência cognitiva.

Existem duas formas de atividade para a inteligência cognitiva: a criativa e a reprodutiva. Na primeira, criamos condições e situações nas quais a experiência é inexistente. Já na segunda acontece um processo de identificação e reprodução das condições e situações já estabelecidas por um ambiente anterior. O interessante é que não existe uma época errada para desenvolver a inteligência cognitiva. Ela pode receber atenção em qualquer momento da vida, desde a infância até a velhice. De fato, ela acontece até de maneira natural.

Na primeira infância, por exemplo, quem se perguntar o que é inteligência cognitiva vai identificá-la no processo natural de aprendizagem da fala, do andar e de outros aspectos naturais da vida humana.

Como funciona a inteligência cognitiva na tecnologia

A partir do que foi apresentado até aqui, fica mais fácil entender a inteligência cognitiva no mundo tecnológico, correto? Quando falamos de inteligência cognitiva na tecnologia, estamos inevitavelmente nos referindo à inteligência artificial. Mas, como ela funciona? A inteligência cognitiva na tecnologia é capaz de aprender com base em dados — uma das matérias-primas inovação — aplicando modelos estatísticos para entender padrões de ocorrências ao longo de determinado período.

Um sistema cognitivo competente ainda pode gerar um raciocínio acessando enormes quantidades de dados, imitando a maneira como o cérebro humano funciona. O desenvolvimento da inteligência artificial diz respeito também a uma maior compreensão acerca da inteligência cognitiva para as máquinas. Hoje, existem diferentes tipos de softwares capazes de atuar nas áreas de economia, saúde, finanças, entretenimento e varejo, por exemplo.

Como a tecnologia se aplica

Diagnóstico precoce 

Na área da saúde, é possível entender melhor determinadas doenças ao ler um material que humanamente seria muito mais difícil pela sua extensão. Já foram, por exemplo, publicados mais de 200 mil estudos sobre câncer. Além de existir mais de 4 milhões de mutações de genes ligadas à patologia.

Com a inteligência cognitiva de uma máquina, é possível navegar por dados e ter informações de cada genoma melhor trabalhadas, proporcionando um tratamento mais adequado para determinado paciente.

Funcionários robôs

Um exemplo completamente diferente (e menos nobre) vem do estado norte-americano da Virgínia. Lá, o Hotel Hilton McLean Tyson Corner tem em sua recepção um concierge robótico.

O “funcionário” de 60 centímetros, batizado de Connie, usa o raciocínio cognitivo do sistema para responder dúvidas básicas dos clientes. Entre elas, questões sobre serviços do hotel, localização da academia e hora de fechamento do bar.

Já no hotel Aloft, em Cupertino, Califórnia, os hóspedes encontram o Botlr, que atende aqueles que solicitam uma escova de dentes ou um barbeador, por exemplo, na recepção.

Carros autônomos

Estamos na era digital, e já é conhecida a capacidade que a tecnologia de ponta tem quando se fala em veículos automotivos. Fala-se principalmente em como eles podem ser autônomos — com capacidade de realizar várias tarefas sozinhos — embora na prática ainda sejam pouco acessíveis.

Nesse meio, existem empresas que fazem uso da inteligência cognitiva em suas máquinas. A NIVIDIA’s DRIVE PX2, por exemplo, trabalha com os principais fabricantes de automóveis do mundo no desenvolvimento de carros que podem dirigir sozinhos. Além disso, essa mesma capacidade de cognição pode fazer com que os carros “conversem” entre si na pista, de modo a evitar qualquer tipo de acidente.

Fala-se também em outras comodidades, como a sugestão de rotas que evitam o tráfego excessivo com base em trajetos já feitos anteriormente, entre demais coisas.

Drones

A inteligência cognitiva vem sendo aplicada também no uso de drones. Trata-se de uma preocupação recorrente, por isso, já foi proibida pela Agência Nacional de Aviação Civil a utilização desses equipamentos no espaço aéreo.

Justamente porque os drones podem causar acidentes, já que poucos entendem de fato como controlar a ferramenta. Automatizando-os, assim como pode ocorrer com os carros, eles terão um trajeto próprio.

Isso pode impactar, por exemplo, na segurança pública. Os drones usados pelo governo poderão ter uma rota de vigilância — embora essa seja outra discussão a respeito da privacidade. O ponto é que a possibilidade existe, e graças à inteligência cognitiva. A entrega de pacotes por drones também poderia revolucionar serviços como os dos correios, para ficarmos em outro exemplo simples.

Ambientes inteligentes

A computação cognitiva se estende aos sensores e sistemas que funcionam na inteligência ambiental.

A combinação de computação em nuvem, grandes dados, redes neurais e computação móvel possibilitará que as marcas compreendam o contexto em que seus usuários operam.

Conhecer o contexto permitirá às empresas realizar ações em tempo real com base em situações ambientais. Como isso se aplica? Simples, em sistemas de iluminação ambiente, por exemplo, o que permitirá uma economia grande de energia.

De acordo com especialistas, a computação ambiental desempenhará um papel predominante em situações mais cotidianas até o ano de 2020. Pouco tempo, não é mesmo?  Tudo indica que teremos ainda mais evoluções nessa área.


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Inteligência Artificial começa a prever cada vez mais como responderemos a um e-mail, antecipar resultados eleitorais, quais serviços governamentais são elegíveis, avaliar o desempenho de colaboradores, entre outras diversas tarefas multidisciplinares seja qual for, para quem for.

Algumas companhias têm alimentado seus respectivos algoritmos com os dados coletados e estão instruindo a IA a usar essas informações coletadas para se adaptar às nossas necessidades e ser mais como nós. No entanto, à medida que nos acostumamos com esses recursos úteis, estamos falando e nos comportando mais como um computador? A resposta é simples e objetiva – não. Porém, a principal questão em relação aos algoritmos é quando eles se tornam tão grandes e complexos que começam a afetar negativamente nossa sociedade atual, colocando a democracia em perigo ou colocando cidadãos em medidas Orwellianas – situação, ideia ou condição social identificada como sendo destrutivo para o bem-estar de uma sociedade livre e aberta.

No mundo atual, constantemente preenchido com iminente montes de informações, peneirar-se por ele representa um enorme desafio para alguns indivíduos. A AI, usada com sabedoria, pode melhorar a experiência de alguém on-line ou ajudar a lidar, de maneira rápida, com as cargas cada vez maiores de conteúdo. No entanto, para funcionar corretamente, os algoritmos exigem dados precisos sobre o que está acontecendo no mundo real.

As empresas e os governos precisam garantir que os dados dos algoritmos não sejam tendenciosos ou imprecisos. Devemos ser extremamente cautelosos sobre o poder que damos aos algoritmos. Os receios estão aumentando em relação às questões de transparência que os algoritmos implicam e as implicações éticas por trás das decisões e processos feitos por eles e as conseqüências sociais que afetam as pessoas.

Algoritmos começam a se espalhar praticamente em todos os lugares, de hospitais e escolas a tribunais. Estamos cercados por automação autônoma. Linhas de código podem nos dizer o que observar, quem datar e até quem deve o sistema de justiça enviar para a cadeia.

Estamos cometendo um erro ao entregar tanta autoridade e controle de tomada de decisão a esses programas? Não. Somos obcecados com procedimentos matemáticos porque eles nos dão respostas rápidas e precisas a uma série de problemas complexos. Sendo assim, os sistemas de aprendizado de máquina foram implementados em quase todos os domínios da nossa sociedade moderna, porém não erramos ao entregar um controle maior a esses programas. Como os algoritmos estão afetando nossas vidas?Em um mundo em constante mudança, as máquinas estão fazendo um ótimo trabalho aprendendo como os humanos se comportam, o que gostamos e odiamos e o que é melhor para nós em um ritmo acelerado. Atualmente, estamos vivendo dentro das câmaras da tecnologia preditiva.

Algoritmos transformaram nossas vidas, classificando os dados de magnitude e nos dando resultados relevantes e instantâneos. Ao coletar grandes quantidades de dados, oferecemos às empresas e governos, ao longo dos anos, o poder de decidir o que é melhor para eles e – ao mesmo tempo – o que é melhor para a sociedade. Um algoritmo é, essencialmente, uma forma sem cérebro de fazer coisas inteligentes. É um conjunto de etapas precisas que não precisam de grande esforço mental para serem seguidas, mas que, se obedecidas exatamente e mecanicamente, levarão ao resultado desejado.  Porque, embora os algoritmos existam pelo menos desde o tempo dos babilônios, com a chegada dos computadores eles ganharam muito mais destaque. A união de máquinas e algoritmos é o que está mudando o mundo.


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Embora todos métodos tenham o mesmo objetivo – extrair insights, padrões e relações que podem ser usados nas tomadas de decisões – eles possuem abordagens e capacidades diferentes.

Conforme abordamos em um dos artigos publicados no blog, Inteligência Artificial engloba um escopo muito amplo de dados, métodos e estratégias. Levando isso em consideração, existem dois pilares que sustentam a inteligência artificial e sem eles a IA não seria o fenômeno transformador que é hoje. Estamos falando de duas categorias de Inteligência Artificial que são frequentemente misturadas: Machine Learning e Deep Learning (Aprendizado de Máquina e Aprendizado Profundo).

De acordo com Arthur Samuel – cientista da computação e pioneiro no campo de jogos de computador, inteligência artificial e machine learning – “Machine learning é a área de estudo que dá aos computadores a capacidade de aprender sem uma programação explícita e específica”. Perfeito! Mas afinal, o que ele quis dizer com isso?

Machine learning usa uma abordagem interativa para aprender com dados, ou seja, o aprendizado pode ser facilmente automatizado. Logo, o método consegue acessar um grande número de dados, analisa-los e aprender a partir deles sem que seja explicitamente programado para isso. É uma espécie de sistema autodidata.

O mecanismo fornece aos sistemas a capacidade de aprender e melhorar automaticamente a partir de cada experiência, sem ser programado. Machine learning se concentra no desenvolvimento de programas de computador que podem acessar informações e em seguida usá-los para aprender por si mesmos.

Já deep learning é responsável por avanços recentes em visão computacional, reconhecimento de fala, processamento de linguagem natural e reconhecimento de áudio.

O método combina avanços no poder computacional e tipos especiais de redes neurais para aprender padrões complicados em grande quantidade de dados. Deep learning é uma técnica de aprendizado da máquina que ensina os computadores a fazer o que é natural aos seres humanos – aprender pelo exemplo. Deep learning é uma tecnologia-chave por trás dos carros sem motorista, o que lhes permite reconhecer um sinal de parada ou distinguir um pedestre de um poste de luz. É a chave para o controle de voz em dispositivos como telefones, tablets e TVs. Deep learning vem recebendo muita atenção ultimamente e por boas razões – está alcançando resultados que não eram possíveis alguns anos atrás.

Com deep learning, um modelo de computador aprende a executar tarefas de classificação diretamente de imagens, texto ou som. Modelos de deep learning podem alcançar precisão de última geração, às vezes excedendo o desempenho em nível humano. O método já é utilizado em negócios reais e consegue desempenhar tarefas como reconhecimento facial e identificação de quem está nas suas fotos nas redes sociais, por exemplo.

Deep learning – subconjunto da machine learning – utiliza dados como entrada e toma decisões intuitivas e inteligentes usando uma rede neural artificial empilhada em camadas. Por outro lado, machine learning toma os dados como uma entrada, analisa esses dados, tenta dar sentido a eles – com base no que aprendeu ao ser treinado – trabalhando exclusivamente com dados estruturados, ou seja, há uma necessidade de estruturação e tratamento dessas informações em bancos de dados.

É possível observar e entender que, o conjunto desses três métodos, IA, machine learning e deep learnig, é possível sim produzir automaticamente modelos capazes de analisar informações complexas, entregar resultado mais rápido e preciso e, ao construir modelos precisos, uma organização tem mais chances de identificar oportunidades, evitar riscos desconhecidos e criar estratégias específicas para diversas necessidades institucionais.


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It’s been another year of relentless artificial-intelligence hype and incremental AI achievement. Machines still beat humans only in carefully constructed environments or at narrow tasks. The good news is that, as the technology progresses, the race for leadership is still wide open, and even Europe, where politicians fret that the continent is lagging behind China and the US, is still quite competitive.

According to the Artificial Intelligence Index 2018 annual report, whose steering committee includes leading AI scholars such as Yoav Shoham of Stanford University and Erik Brynjolfsson of the Massachusetts Institute of Technology, AI has progressed on all the measures tracked. Some of the metrics, from the number of published papers and conference attendance, to mentions on corporate earnings calls and in parliamentary hearings, measure the hype. Others reflect improving performance.

This year, AI has become more accurate and much faster at image detection. It’s also improved at parsing the grammatical structure of sentences, answering multiple-choice questions and translation. Whether this progress brings us closer to truly superhuman AI is a different matter.

On the translation front, a measure called Bilingual Evaluation Understudy is used to determine accuracy. It compares machine-translated sentences to those rendered by human
experts, and this year almost half the machine translations between English and German news articles measured up to the human ones.

This year, Microsoft announced with much fanfare that its AI did just as well as humans in translating news from Chinese into English. But the underlying paper reports much lower scores for the Chinese translations than for the separately published German ones, and accuracy scores from human evaluators of between 50% and 70%. Machine-translation algorithms still produce plenty of gibberish and are really mostly useful, in a limited way, to humans with some understanding of both languages and the context.
Improved image-recognition has worked wonders in some fields of medicine. For example, Google has developed a system for grading prostate cancer that does it more accurately than US pathologists, and a Stanford team has achieved similar success with skin cancer. Where lots of data exist and precision is valued, AI can help humans make better decisions, even though it still messes up regularly when trained on biased data sets or is intentionally tricked. Humans are less prone to misidentifying objects and are better able to correct for their biases.

Data-mining and question-answering skills can make AI appear almost human at times. This year, IBM presented the current iteration of its Project Debater, which tries to debate humans hewing to the rules of such competitions. The exercise looks impressive — the machine instantaneously gathers and orders information, packs it into grammatically correct sentences and inserts pre-written jokes almost in the correct places. But as an AI expert who was present discovered, it tended merely to repeat its points in response to arguments. While the idea of having a machine, with its superhuman ability to analyse data, take part in brainstorms is exciting, “We are most certainly not on the verge of seeing AI systems out-debating their human counterparts,” wrote the expert, Chris Reed of the University of Dundee in Scotland. “Today’s AI technology is as far from these scenarios as the Romans’ experiments with steam power were from the industrial revolution,” he concluded.

As often happens with technological advancement, AI gets too much attention too early. But if in previous years some AI scholars grumbled that the hype might impede progress because people would become disappointed in the unfulfilled promise of a shiny toy, attention to AI has become too sustained and the financial and intellectual resources thrown at it too enormous for that to happen. Now, competing in AI is a matter of prestige for major nations.

So far, the US, Europe and China all have their strengths. Data in the Artificial Intelligence Index report show the US as the runaway leader in patents; along with China, it leads in the number of papers submitted to and accepted by major AI conferences. But it is in Europe where the greatest number of AI papers (28% of the total, compared with 25 % for China and 17 % for the US) are published. A report published by the European Commission’s Joint Research Centre this month says that the European Union is home to a quarter of the approximately 35 000 entities working in artificial intelligence today, compared with 28% for the US and 23% for China.

According to McKinsey & Co., Europe also matches competitors when it comes to AI adoption in business, especially in process automation. This is likely to come as a surprise to European leaders, especially German and French ones, who often talk about falling behind. Earlier this month, German Economy Minister Peter Altmaier supported the idea of a pan-European state-led corporation, along the lines of Airbus, to compete in AI.

Europe doesn’t really need massive state interference to catch up, as it did in the 1960s and 1970s when Boeing dominated the aircraft industry. But the EU and governments in North America and China will be pouring more resources into AI in the coming years, and distinct development models are likely to crystallise in the key competing countries as regulation follows the money. The Joint Research Centre report names three approaches that are easy to match to their regions of origin: “AI for profit,” “AI for control” and “AI for society,” a discipline it defines as “a human-centred, ethical and secure approach.”

Regardless of how well the technology will eventually work, major nations have already coopted it for soft power and ideological competition. It’s a rerun of last century’s space race, not seen in this pure a form for many decades.


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Inteligência capaz de analisar dados e encontrar padrões para tirar conclusões precisas e resultados fantásticos.

Já pensou em ter um serviço personalizado 24X7 para melhorar a satisfação de seus clientes? Ou contar com uma solução inteligente que pode reduzir os custos de sua empresa de forma eficiente? E sobre como detectar fraudes antes mesmo que ela aconteça? Hoje, tudo isso é possível com a inteligência artificial.

Quando o assunto é  IA , falamos sobre algo que contempla algoritmos funcionais e sofisticados, porém inteligência artificial é muito mais do que isso.

A tecnologia é uma árvore de decisão que, quando recebe uma entrada específica, produzirá uma saída previsível. A solução é um sistema que encontra a melhor maneira de fazer uma determinada ação, dentro de um determinado conjunto de parâmetros, tomando uma decisão ou realizando uma ação como resultado, um resultado totalmente assertivo.

Nesse contexto, a IA pode ser aplicada a todo e qualquer segmento de mercado e oferece oportunidades significativas, impulsionando vendas e reduzindo custos, por exemplo. Proporciona um atendimento personalizado, aumentando o engajamento com clientes e fidelizando o consumidor, garantindo aproximação e confiança para sua marca.

Confira outros pontos onde a inteligência artificial pode atuar para o crescimento de seu negócio, com insights significativos e com alto valor agregado.

– Tokens de busca em documentos e imagens;

– Detecta e previne ataques externos;

– Previne e reduz erros;

– Garante maior eficiência e produtividade;

– Facilita tomada de decisões;

– Busca e compila documentos e imagens para análise preditiva;

– Otimiza processos, garantindo eficiência de produtividade;

– Analisa e gera relatórios reais, a partir de diferentes bancos de dados;

– Processa documentos com análise essencial de contextos e significados;

– Para análise, reconheci termos cognatos e sinônimos com precisão;

– Reduz custos;

– Aperfeiçoa a experiência do usuário e melhora o atendimento ao cliente;

– Acesso a todas as mídias de comunicação.

A tecnologia é voltada ao aprendizado de máquina, com compreensão de linguagem, interagindo através de canais de comunicação como WhatsApp e Messenger, além de aplicação omnicanal, acoplado em todos os dispositivos.

Grande aliada de seus negócios, a inteligência artificial oferece a possibilidade de comunicação em tempo real, de forma a reagir rapidamente diante de possíveis problemas, prevenindo falhas e erros futuros. Em suma, sistemas que usam IA podem entender melhor, prever e responder às necessidades em geral, elevando o mercado a um novo patamar.


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Você já imaginou como seria o mundo se pudéssemos aproveitar a grande quantidade de dados processados para catalisar mudanças positivas? Com os avanços na inteligência artificial esses resultados não são apenas possíveis, mas uma realidade concreta e emocionante.

Não é de hoje que a inteligência artificial vem impactando efetivamente mercados verticais. Aqueles que utilizam dados com IA já relatam aumento de receita, crescimento organizacional, lucros, redução de custos e desempenho líder de mercado.

Muitas empresas de e-commerce já começaram a utilizar soluções de inteligência artificial para entender melhor seus clientes, gerar novos leads e proporcionar excelente experiência ao cliente. Os sites de comércio eletrônico agora oferecem assistência 24 horas por dia, 7 dias por semana, e isso acontece graças aos chatbots. Antigamente, chatbots apenas ofereciam respostas habituais, mas agora eles se transformaram em seres inteligentes que entendem todas as questões dos consumidores.

As vantagens de utilizar inteligência artificial no e-commerce são diversas, mas podemos destacar alguns pontos, como:

● Atendimento personalizado 24X7;
● Melhorar e aumentar as recomendações dos clientes;
● Automatizar a experiência de atendimento;
● Enviar e-mails e respostas de envolvimento automatizado com base nas interações e informações dos clientes;
● Descobrir o que os consumidores têm a dizer sobre sua marca;
● Reduzir custos automatizando operações;
● Utilizar mecanismos de recomendação;
● Analisar o comportamento de clientes utilizando algoritmos para prever quais produtos podem atrair consumidores.

Onde você pode começar a investir em IA?
Quando estiver pronto para dar o primeiro passo no investimento em inteligência artificial, saiba que não será difícil começar. Você provavelmente já utiliza algumas ferramentas de inteligência artificial sem perceber. Alguns comandos já funcionam para detectar spam, excluir comentários falsos e recomendar produtos ou postagens para aumentar o envolvimento do consumidor. De qualquer forma, se você ainda não sabe por onde começar, pode se concentrar em uma área problemática de seu site.

À medida que nos mantemos em um mundo global orientado por lucros, onde as vendas estão acontecendo, independentemente da hora do dia, as empresas precisam estar disponíveis para os clientes a qualquer hora, de qualquer lugar, e é nesse momento que empresas de e-commerce precisam se atentar as novas soluções inteligentes, fidelizando clientes, oferecendo atendimento 24 horas, reduzindo custos e prestando um serviço ágil e eficiente.

O comércio eletrônico é basicamente uma questão de gerar vendas, e a IA pode ajudar em todo o processo da jornada do consumidor, desde encontrar o cliente em potencial até a prestação de serviço pós-venda.

A IA também pode ser utilizada para gerar previsões de receita no nível macro para gerentes de vendas, oferecendo uma visão clara das tendências que são segmentadas por representantes comerciais e organizações de vendas. Dessa forma, os clientes são favorecidos com uma experiência personalizada de conhecimento sobre suas preferências, atingindo o principal objetivo do e-commerce ao expressar a singularidade da marca.


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Organizações trabalham em um ambiente onde existem ameaças por todos os lados. São os concorrentes, condições incertas do mercado, dificuldade para fidelizar o cliente, assim por diante. A dificuldade para encontrar um modelo ideal de negócio vem assombrando empresas que batalham em busca de insights extraordinários para fechar acordos e contratos.

Com a constante mudança e avanço da tecnologia, um assunto vem sendo discutido e pode ajudar as empresas a encontrar uma solução ideal, de alto valor agregado aos negócios. Estou falando sobre a análise preditiva.

Mas afinal, o que é análise preditiva?

Como o próprio nome já diz, algo preditivo tem o poder de explorar padrões e prever o futuro com um certo grau de precisão. Ou seja, a análise preditiva antecipa resultados e tendências futuras, auxiliando na inteligência competitiva para uma melhor tomada de decisão.

As organizações trabalham de maneira eficiente utilizando previsões de comportamentos para tomadas de decisões com base na análise de Big Data, já que a ferramenta determina padrões de dados para antecipar resultados e tendências futuras, permitindo que as empresas respondam conforme essas previsões, reagindo proativamente com relação ao seu próprio futuro.

A análise preditiva  recebeu muita atenção nos últimos anos devido aos avanços em tecnologia de suporte, particularmente nas áreas de big data e aprendizado de máquina. O comando preditivo trabalha com dados históricos, com poder para avaliar riscos utilizando um determinado conjunto de condições. O modelo preditivo é então usado para prever o que acontecerá a seguir ou sugerir ações a serem tomadas para obter resultados exatos. Com a análise preditiva, as empresas podem explorar padrões de dados para detectar riscos e oportunidades, além de encontrar relações entre vários fatores de comportamento.

Qual a diferença entre análise preditiva e a análise tradicional?

Enquanto a análise tradicional geralmente se concentra em insights que causam impacto no momento agora, a preditiva permite uma análise a longo prazo para identificar possíveis tendências e futuros comportamentos.

Embora a introdução a análise preditiva não seja exatamente num piscar de olhos, é uma tarefa que praticamente qualquer empresa pode se beneficiar, primeiramente com um projeto piloto em uma área crítica de negócio. Quando um modelo preditivo é colocado em ação, geralmente requer pouca manutenção à medida que continua a extrair insights acionáveis ​​por muitos anos. Análise preditiva aplicada pode melhorar a alocação de recursos e rendimento da empresa, respondendo correta e rapidamente às oportunidades, ameaças e erros, superando de forma significativa aquelas empresas que não utilizam dessa análise.

Veja a seguir alguns exemplos sobre como a análise preditiva pode agregar alguns segmentos de mercado: 

● Energia: Prever índices de preço e demanda a longo prazo. Pode determinar o impacto de eventos climáticos, falhas de equipamentos, regulamentações e outras variáveis ​​nos custos de serviços.

● Finanças: Desenvolver modelos de risco de crédito, previsão de tendências de mercado financeiro, calcular o impacto de novas políticas, leis e regulamentações sobre negócios e mercados.

● Indústria: Prever a taxa de falhas de maquinário, otimizar as entregas de matérias-primas com base nas demandas futuras e calcular consumo de material a longo prazo.

● Jurídico: Reunir e cruzar informações através de banco de dados, atribuindo um panorama de uma realidade ainda não concretizada.

● Varejo: Acompanhar o cliente on-line em tempo real para determinar se o produto ou incentivos aumentará a probabilidade de uma transação concluída.

● Marketing: Através de processos de mineração de dados, executa um marketing preditivo para prever padrões de compra e consumo, antecipar as necessidades dos clientes e obter fidelidades em um e-commerce.

O objetivo da análise preditiva é ir além das estatísticas e relatar o que aconteceu para fornecer a melhor avaliação do que acontecerá no futuro. O resultado final é simplificar a tomada de decisões e produzir novos insights que levem a melhores ações. 


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Aproximar a gestão municipal dos cidadãos é um dos principais objetivos de um órgão municipal. Para a Prefeitura de São Caetano do Sul, essa aproximação era uma busca constante.

Com essa preocupação, começou a procura por uma solução de inteligência artificial com a capacidade de aproximar a prefeitura dos munícipes, levando informações importantes de maneira clara e ágil à população.

O principal foco para encontrar a solução ideal era:

  • Oferecer atendimento 24X7 – fornecendo informações em tempo real;
  • Oferecer serviços online – evitando que a população precisasse sair de casa para resolver pendências simples;
  • Proporcionar aos cidadãos a comodidade no acesso às informações municipais;
  • Melhorar processos internos;
  • Otimizar o armazenamento de dados;
  • Reduzir custos operacionais.

A partir da busca por uma solução que estivesse disponível de qualquer lugar a qualquer hora, a Secretaria da Fazenda da Prefeitura de São Caetano do Sul contratou a plataforma inovadora de inteligência cognitiva da X2 Inteligência Digital.

Foram realizadas reuniões de alinhamento entre a Prefeitura e a equipe da X2, onde, após o levantamento de todas as informações necessárias, foi definido nome e as características para o avatar da persona de atendimento. A partir desses detalhes, a X2, com seu time de designers, criou a ANA, a atendente virtual da Prefeitura de São Caetano do Sul.

Chatbot cognitivo que pode ser utilizado em Smartphones, Tablets, Computadores e Totens Interativos.

Durante meses, a ANA passou por treinamentos para compreender e responder as solicitações de maneira eficiente quando, no dia 18 de janeiro de 2019, ela iniciou seu atendimento on-line sobre IPTU para todos os munícipes da cidade de São Caetano do Sul.

Neema, a solução de IA da X2 atua como um atendente virtual da PMSCS e possui um cérebro cognitivo e preditivo, on-line e off-line, com tecnologia para simplificar as rotinas de trabalho, personalizar a experiência do usuário, e levar ao cotidiano da população praticidade e agilidade em serviços como:

  • Emissão de certidão negativa
  • Emissão de certidão de valor venal
  • Emissão de extrato de débitos
  • Emissão de guia de pagamento
  • Emissão de segunda via de carnê
  • Atualização de parcela vencida
  • Simulação de parcelamento de dívidas
APP com autonomia para funcionamento mesmo off-line.

Em dois meses, a ANA atingiu a marca de 2.100 atendimentos, num total de 13 mil interações e mais de 300 documentos de serviços gerados – guias de pagamento, certidões, simulação de parcelamento, entre outros. O processo evolutivo do atendimento da ANA é feito diariamente pela curadoria da X2 com serviço contínuo de instrumentalização.

Todos os dias, a ANA recebe elogios do atendimento, incluindo ótimas avaliações de serviços prestados. E foi assim que esse desejo de oferecer o melhor resultado se tornou um case de sucesso da Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul.

Dashboard com dados consumidos em tempo real.

Acesse o portal da ANA e confira como ela pode contribuir com a cidade de São Caetano do Sul em assuntos sobre IPTU: ana.saocaetanodosul.sp.gov.br


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Entramos em uma nova era, onde em pouco tempo a Inteligência Artificial terá grande relevância na sociedade e na economia global. Diante deste fato, com a visão no futuro e os olhos no presente, analisamos o passado e tomamos uma das mais importantes ações.

Em 2016, criamos a X2 Digital com foco em desenvolvimento web e marketing digital. Seguindo as novas tendências do mercado junto a transformação tecnológica, há dois anos iniciamos a construção de um cérebro cognitivo e preditivo, o NEEMA – software de .AI 100% brasileiro com tecnologia para auxiliar clientes a simplificar as rotinas diárias de trabalho, personalizar a experiência do usuário e levar para o nosso cotidiano novos insights aos processos de negócios.

Com o desenvolvimento do NEEMA, aperfeiçoamos nossos serviços, desenvolvemos produtos inteligentes, mudamos nossa identidade visual e hoje lançamos a nova X2 INTELIGÊNCIA DIGITAL!

Continuamos com a essência de levar a excelência do trabalho executado ao cliente final com serviços de desenvolvimento web, conteúdos digitais e design, porém, agora, com bagagem e produtos agregados de inteligência artificial para todos os setores de mercado.

Criamos produtos inteligentes, intuitivos, complexos e envolventes. Nossa equipe está atualizada sobre as mais recentes tecnologias e práticas de mercado, incorporando rapidamente nossos conhecimentos aos serviços e produtos que construímos. Além disso, a estratégia é trabalhar com você para descrever as soluções ideais para suas maiores dificuldades, entender seus objetivos de negócios e como podemos alcançá-los de forma rápida e abrangente.

Estamos ansiosos para contribuir com seu crescimento!


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Você, provavelmente já sabe que alguns dos aplicativos que usa todos os dias, possuem em seus sistemas soluções de inteligência artificial, como Netflix e Spotify, entre outros. Novas aplicações de inteligência artificial (.AI) são desenvolvidas todos os dias, aproximando-nos de um futuro que nunca poderíamos imaginar.

A Internet não apenas atrai o mundo dos negócios, como mudou fundamentalmente nossas vidas e toda a sociedade. Com essa nova era tecnológica, integramos soluções de inteligência artificial em nossos produtos e criamos serviços  incorporados de ponta a ponta de forma que consolide, cruze e busque identificar padrões de negócios.

A X2 Inteligência Digital desenvolveu o NEEMA, plataforma 100% brasileira com sistemas que tornam os processos e negócios existentes mais eficientes. Aplicamos soluções inteligentes em nossos produtos, incluindo aprendizado de máquina e processamento de linguagem natural, tornando o processo mais efetivo, fornecendo uma camada entre os dados e a interface humana. À medida que nos movemos em direção a uma sociedade baseada em mensagem de texto, essa eficiência torna-se vital para as marcas e negócios em geral.

Quais setores se beneficiam com .AI?

Com o aprendizado automático de máquina, .AI está revolucionando diversos segmentos. O marketing, por exemplo e as tendências de preço podem ser correlacionadas com as ações de vendas por meio de um algoritmo que alinha outros fatores, como gerenciamento de categorias e níveis de estoque. O estabelecimento de preços dinâmicos impulsionados pela .AI significa também maiores margens de lucro para as empresas.

A .AI também está se tornando a melhor amiga dos varejista, já que existem plataformas de inteligência artificial que monitoram os hábitos dos consumidores, dando-lhes recomendações para melhorar seu desempenho, além da possibilidade de conhecer o comportamento dos consumidores para oferecer individualmente os produtos corretos. A inteligência artificial pode ser aplicada em praticamente todos os segmentos de mercado.

Nossas soluções de .AI, com inovação e modernização de design, impulsionam setores que abrangem desde Governo, Indústria, Varejo, Setores Agrícolas, Saúde, a Logística e Supply chain. Implementamos inteligência artificial de forma rápida, abrangente e evolutiva em sua organização, trazendo para seu negócio a praticidade e objetividade que o mercado necessita.


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Já ouviu falar de Inteligência Artificial ou em Inteligência Cognitiva? E sobre Machine Learning? Esse ramo da tecnologia consiste basicamente no estudo e desenvolvimento de dispositivos que simulem a capacidade humana de perceber, raciocinar, solucionar problemas e tomar decisões.

Em primeiro lugar, é importante saber que as máquinas não assumiram o lugar do profissional, no entanto elas estão se infiltrando em nosso cotidiano na forma como vivemos, trabalhamos e nos divertimos. De assistentes pessoais baseados em voz, as tecnologias mais latentes e fundamentais – como algoritmos comportamentais, pesquisas sugestivas e veículos de potência autônoma, com poderosas capacidades preditivas – há vários exemplos e aplicações da inteligência artificial em uso atualmente. Inteligência artificial nada mais é que a capacidade de uma plataforma realizar tarefas habitualmente associadas a seres inteligentes. O termo é aplicado ao projeto de desenvolvimento de sistemas dotados dos processos intelectuais característicos dos seres humanos, como a capacidade de raciocinar, descobrir significado, generalizar ou aprender com experiência passada.

Levando em consideração a carência e necessidade do mercado, principalmente se tratando dos temas “Tecnologia e Inovação”, a X2 Inteligência Digital desenvolveu um software revolucionário e brasileiro, o NEEMA –  Neural and Emotional Environment for Mixed Applications (Plataforma Neural e Emocional para Aplicações Mistas). Uma das principais possibilidades oferecidas da plataforma é reconhecer elementos como imagens, palavras e fala, além de poupar o tempo das pessoas e liberá-las para outros trabalhos, ajudando também a focar em outras multitarefas.

Como o NEEMA funciona?

Ele trabalha com base na plataforma amigável ativado por texto e voz com o qual interagimos a qualquer momento do dia, independente do local de uso. Dependendo da área de negócio onde a plataforma é inserida, o software pode nos ajudar no gerenciamento de negócios, oferece suporte para encontrar informações em qualquer base de dados, adiciona eventos aos calendários, envia mensagens, gera dados e arquivos para diversos formatos, entre outras milhares de possibilidades. Para o Neema, o céu é o limite. É um assistente pessoal digital inteligente. Ele usa a tecnologia de aprendizado para ficar cada vez mais inteligente e capaz de prever e entender nossas perguntas e solicitações de linguagem natural.

O sistema é apenas um software avançado de aprendizado com extensos algoritmos comportamentais que se adaptam aos nossos gostos e desgostos. Embora extremamente úteis, essas máquinas não estão ficando mais inteligentes no sentido existencial, mas estão aprimorando suas habilidades e utilidade com base em um grande conjunto de dados.

O Neema pode ser usado para quais seguimentos de mercado?

Ele foi criado e desenvolvido para auxiliar praticamente todos os segmentos de mercado. Por exemplo, nas áreas de serviços, ela possibilita a construção de soluções para criar sistemas inteligentes aplicáveis a resolução de qualquer dificuldade ou problema de uma organização.

A Inteligência Artificial chegou para transformar ainda mais à forma como vivemos. Trata-se de uma grande oportunidade de sair na frente, ajudando a minimizar erros, implementando sistemas de análise de infraestrutura, permitindo também prever falhas e melhorar o trabalho das equipes de trabalho.


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Chatbot é a palavra de ordem nos dias de hoje e diversas questões estão surgindo sobre ele: o que realmente é um chatbot? Como ele funciona? Como é construído? O chatbot é uma grande oportunidade para as empresas?

Chatbot é a área de automação que se integra ao software de bate-papo ao vivo. Ou seja, é uma ferramenta de conversação usada para automatizar comunicações.

O programa é feito de sistemas de inteligência artificial com os quais interagimos no formato de chat, por meio de texto ou interface de voz. Eles são assistentes pessoais e oferecem atendimento sobre todos os assuntos, independentemente de seu segmento. Acoplado a um aplicativo ou website, o chatbot funciona através de aprendizagem automática (machine learning) e possui uma rede neural artificial inspirada nas ligações neurais, como um cérebro humano.

Como funciona um chatbot?

Com efeito, à medida que o chatbot recebe novos diálogos verbais ou textuais, o número de perguntas que ele pode responder e a precisão de cada resposta aumenta. Basicamente, o chatbot é um software de Inteligência Artificial que pode similar uma conversa ou um bate-papo em linguagem natural por meio de aplicativos de mensagens, sites, chatbot, entre outros. É um programa de IA no qual pode simular uma conversa por meio de aplicativos de mensagens, sites e telefone.

O chatbot reconhece a palavra-chave da entrada do usuário e acessa o banco de dados para fornecer uma resposta predefinida. A partir dessa simples resposta, é criada uma “ilusão” de entender a entrada, mesmo que apenas uma palavra-chave tenha sido encontrada e a resposta de um padrão predefinido tenha sido enviada ao usuário. O chatbot basicamente se refere ao conjunto predefinido de bibliotecas e APIs (interface de programação de aplicações) anexadas a ele para verificar o conjunto de padrões com os quais ele pode responder. Cada chatbot é construído com base na correspondência de padrões, mas a inteligência do chatbot depende de quão humano e inteligentes são esses padrões predefinidos.

De forma geral, com uma interface de bate-papo (chatbot), a experiência é semelhante a uma conversa humana. Você notará que quanto mais você fala com um atendente virtual, mais inteligente ele fica, pois utiliza os padrões de machine learning para aprender, aperfeiçoado sua experiência a cada conversação.

O cérebro desenvolvido pela X2 Digital “NEEMA” também possui funcionalidades para um chatbot cognitivo. Ele pode ser aplicado como um chat (atendente virtual), realizando multitarefas com capacidade de interpretação e aprendizado, tomando decisões e resolvendo problemas complexos de forma prática e assertiva.

Quais são os padrões de chatbot?

Há dois diferentes modelos de chatbot. O primeiro é o bot padrão baseado em regras que completam ações com script baseado em palavras-chave. O segundo é o chatbot com tecnologia de inteligência artificial, que usa aprendizado de máquina (machine learning) para conversar com maior naturalidade.

Atualmente, os chatbots baseados em regras são uma ferramenta popular de comércio eletrônico para solicitações rotineiras de atendimento ao cliente. Isso é, porque eles são fáceis de construir e podem realizar tarefas básicas. Mas como a IA avançou significativamente e continua melhorando, veremos cada vez mais o aumento dos chatbots mais complexos.

Qual o grande benefício dos chatbots?

Um dos maiores benefícios dos chatbots é facilitar interações, especialmente quando elas são repetitivas, como é o caso das redes sociais. Neles, é possível parametrizar respostas automáticas para determinadas perguntas ou afirmações dos internautas, por exemplo.

Dezenas de empresas já estão usando chatbots tanto para interagir com seus clientes quanto para receber pagamentos, emitir boletos, enviar informações sobre determinado assunto, entre outros serviços. Receber pagamentos online é outra funcionalidade possível de ser executada por chatbot. Ele conhece o histórico dos usuários e pode facilitar na hora de oferecer condições de fechamento da compra, produtos complementares, entre outras funções que ajudam a melhorar a experiência e a potencializar as vendas.

Eles são realmente inteligentes?

Eles são inteligentes, mas não funcionam exatamente como um cérebro humano, com seus gostos, emoções e sensações. Por isso, é tão importante dizer que o chatbot, ou qualquer outro sistema de inteligência artificial não tem funcionalidade exata como o cérebro individual. Mesmo para aqueles que pensam de forma contrária, os computadores não vão substituir os seres humanos.

A nossa inteligência humana caracteriza-se por funções psicológicas e conjuntos de funções, graças ao nosso organismo que se adapta ao seu meio, produzindo combinações de condutas, adquire e explora conhecimentos novos e, eventualmente, raciocina e resolve os problemas de uma maneira conforme às regras destacadas pelas formalizações da lógica. Dessa maneira, é impossível para uma máquina criar sistemas com tais funções psicológicas e emocionais como de um ser humano. Ufa!




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